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Fiz 10 dias de dieta Lev e foi isto que aconteceu

O que acontece quando uma gestora de redes sociais, com peso a mais, dois filhos e 30 anos decide fazer a dieta LEV? Saiba tudo na primeira pessoa.

Fizemos o desafio e a nossa gestora de redes sociais aceitou! Quando a Cláudia começou a fazer a gestão das redes sociais da Lev era crucial não só ter conhecimento dos produtos e das soluções que a Lev oferecia, mas sobretudo do método. Assim, foi lançado o desafio de 10 dias de dieta Lev! A gestora de redes, mãe de dois filhos com menos de 4 anos, conta tudo na primeira pessoa: “10 dias e 2,9kg depois deixo-vos os 5 elementos mais importantes deste processo para mim”.

A importância do nutricionista

A verdade é que o acompanhamento especializado faz toda a diferença. Na consulta fui recebida com um sorriso na cara, sem julgamentos. Tinha alguém disponível para me ouvir, perceber a minha história, as minhas dinâmicas e fazer algo por mim. Ao fim de 4 dias de dieta Lev recebi uma mensagem do meu nutricionista a perguntar como é que me estava a sentir e se precisasse de algo o contactar. Devo dizer que em 3 nutricionistas onde estive NUNCA ninguém teve tal atitude. Isso fez-me sentir acompanhada e também responsável porque o cuidado que o Dr. Tiago estava a ter comigo devia ser retribuído.

A importância de não nos isolarmos

O meu dia-a-dia é passado a correr entre filhos, trabalho, família, trabalho, amigos e trabalho (acho que me faço entender), em que todos os momentos válidos devem ser aproveitados. Uma das questões que sempre me puseram foi o quão antissocial uma dieta Lev, na fase 1, pode ser.

Na minha opinião, a forma como encaramos o processo é que pode ser antissocial. Assim, devemos ponderar se num jantar de amigos vamos pelo jantar ou pelos amigos. Eu decidi ir pelos amigos e nunca deixei, nestes 10 dias, de o fazer.

Soluções que adotei:

Quando fiz um jantar em casa fiz a comida “normal” para todos e comi a minha. Simples, eficaz e sem culpa. Num almoço fora optei por levar uma salada Lev e pedi uma salada de alface para acompanhar. Assim, evitei isolar-me e mantive a consciência que estava a ser fiel ao processo.

A importância de sermos organizados

A marmita nunca esteve tão na moda. O facto de termos refeições já prontas ajuda-nos a organizarmos a mesma. Ter sempre legumes frescos, legumes cozinhados e alface lavada é essencial para que tudo seja ainda mais fácil!

Sermos criativos, cozinharmos

Ao início fazia tudo pelo básico – salada de alface e pepino, brócolos cozidos…, mas ao fim de quatro dias já era preciso inovar! Se por um lado havia refeições muito simples e eficazes como a sopa de legumes onde juntava apenas brócolos, também tive refeições às quais precisava acrescentar textura e sabor. Inovar, descobrir, cozinhar. Assim, é preciso respeitar o que comemos e esse processo faz-nos encarar a comida de outra forma.

Gerirmos as porções

Confesso que foi uma aprendizagem. Ter noção que posso comer menos, sem passar nem sentir fome. Que se tenho uma porção de massa e acho que não me vai chegar terei que cozinhar bastantes legumes para acompanhar e vou ficar saciada da mesma forma.

Gerir as expectativas, os números e a frustração

Esta é a parte que a longo prazo considero crucial. Quando comecei estes 10 dias estava com zero expectativas. Tinha noção do peso que tinha, plena consciência do meu peso “ideal” e também de que as dietas são um processo que vai muito além do emagrecimento. Emagrecer é “fácil”, difícil é manter. Muitas vezes esta equação falha porque carregamos em nós imensas expectativas, focamo-nos num número e não em nós próprios.

Em conclusão: passaram 10 dias, tenho 2,9kg a menos (3,5kg de massa gorda a menos). Comecei por fazer 6 refeições Lev por dia e no final de 4 dias passei a fazer 5, sem fome. É realmente importante ouvirmos o nosso corpo. Dedicarmos tempo ao que comemos. Respeitarmos a nossa saúde. Se faria mais 10 dias? Porque não?!

Um dia Lev:

Pequeno-almoço:

2 fatias de pão de cereais com queijo cremoso

Snack:

Café e 1 Barra Wafer de Baunilha

Almoço:

Salada de atum com salada de alface e cebola

 

Lanche:

Iogurte de manga

Jantar:

Almondegas com salade de alface e rúcula

A minha história: como cheguei aqui

Aos 18 anos com a entrada na faculdade e o diagnóstico de uma doença oncológica à minha mãe engordei muito. Costumo dizer que os cuidadores deixam em vida em pausa e sobrevivem. Foi o que fiz. Fui cumprindo aquilo que tomámos por nossa missão (minha, da minha irmã e do meu pai), fui cumprindo os objetivos da faculdade e fui sobrevivendo. No entanto, aos 19 percebi que a minha “sobrevivência” estava a acabar comigo e decidi arranjar um espaço para cuidar de mim. Voltei ao nutricionista e voltei ao meu peso normal.

Aos 20, quando a minha mãe morreu a comida tornou-se o refúgio para a dor… é um lugar comum pessoas com excesso de peso que passaram por um luto e que encontram na comida a sua fuga. A verdade é que a comida tornou-se uma adição como podia ser o álcool ou a droga. Mas era o que me mantinha adormecida a tentar encontrar forma de reconstruir o meu caminho e eu sabia que tinha um tempo para o fazer.

Esse caminho foi aparecendo e eu fui aos poucos perdendo algum peso e aceitando que mais do a balança ou os números o importante era realmente aprender a gostar de mim, aceitar-me (e aceitar não é resignar) e ganhar maturidade. O tempo foi passando, duas gravidezes muito saudáveis (engordei 9kg em cada uma) e tranquilas pelo caminho, o regresso aos treinos…, mas os números estagnaram e eu fui aceitando que no meio do caos do dia-a-dia não havia (ainda) tempo nem calma para me dedicar a mim. Penso que agora é o momento.

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